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Palestra Aberta dia 28 de junho, às 19:30h Na Escola você aprenderá, em um encontro semanal todas as quintas-feiras, 11 técnicas de meditações ativas de Osho.
Será um curso prático de
aplicabilidade imediata na sua vida. A cada encontro você receberá
material didático com instruções e aplicações detalhadas das meditações
e um CD com a técnica aprendida no dia para começar a praticar. Meditação é uma dessas experiências difíceis de explicar. É como se perguntássemos o que é o amor? O que é orgasmo? O que é Deus? São coisas que apenas podemos conhecer experimentando, sentindo. Podemos descrever a meditação como um espaço de paz, de silêncio, onde a mente desacelera e por poucos instantes fica vazia, sem pensamentos. Nela podemos entrar em contato com nosso corpo e ter sensações e percepções a respeito de nós mesmos. Pode ser um momento em que saímos de nossa loucura diária e relaxamos. Talvez se assemelhe a um momento de amor onde paramos e ficamos admirados, perplexos. Ou simplesmente ficamos tal qual uma criança brincando com um pedaço de pedra, um pauzinho, sem nada em sua mente.
Todos esses são espaços similares à meditação e nós,
seres humanos, também precisamos desse espaço para renovar nosso ser. “Se você for capaz de ficar sentado, as meditações não serão necessárias. Mas você consegue ficar sentado sem fazer nada? Essa é a grande questão.” Osho As meditações ativas fortalecem, energizam e são antidepressivas. O estresse acumulado no corpo/mente torna difícil atingir o estado meditativo. Para poder acessar nosso centro de força interior, precisamos liberar nossas tensões. As meditações ativas de Osho foram projetadas para nos capacitar a expressar conscientemente nossos sentimentos reprimidos e a partir daí, entrar num estado meditativo que possibilita a observação e conseqüente mudança de nossos padrões habituais.
Osho, mestre indiano mais comentado do século XX, foi um
espírito rebelde e independente. Desafiou todas as religiões, todas as
tradições sociais e políticas aceitas insistindo em experienciar a
verdade por si mesmo, ao invés de adquirir conhecimentos e crenças dados
por outros. Seus discursos foram publicados em mais de 650 títulos e
traduzidos para mais de 30 idiomas.
“A meditação não é a solução para nenhum
problema em particular; ela não resolve nada. Ela simplesmente lhe ajuda a
sair da mente, a criadora dos problemas. Simplesmente lhe ajuda a deslizar
para fora da mente, como uma cobra desliza para fora de sua velha pele. Uma
vez que você descobre que você não é a mente, a grande transcendência
aconteceu. De repente todos os problemas tornaram-se insignificantes,
lentamente eles evaporam. Você é deixado com uma profunda paz; um grande
silêncio prevalece. Esse silêncio é a solução. Essa paz é a resposta. A
resposta de todas as respostas.” Você pode mobilizar sua mente facilmente através de mantras, através de cânticos constantes, através de muitas coisas. Qualquer coisa que cria um enfado interno, irá ajudá-lo a se acalmar. Por exemplo: se você repetir constantemente “Ram, Ram, Ram...”, essa repetição constante criará uma certa sonolência, um enfado, e sua mente começará a cair no sono. Você pode sentir essa sonolência como serenidade, como mansidão, mas não é. Realmente, ela é uma espécie de torpor. Mas você pode tolerar mais a sua vida através dela – pelo menos na superfície, você se sentirá mais contente. Mas as forças, as forças neuróticas, continuarão fervendo por dentro; a qualquer dia elas irão irromper na superfície e você irá desmoronar.
Esses métodos são conciliatórios, e muito
poucas pessoas podem ser ajudados através deles. E aqueles que podem ser
ajudados através deles, podem ser ajudados sem nenhuma técnica. São exceções
– são afortunados que não nasceram neuróticos. Muitas coisas estão
implicadas nisso, mas, como regra, a humanidade não é tão afortunada. Eu não vejo isso. Eu não vi um homem que não tivesse tempo suficiente. Eu continuo vendo as pessoas que estão jogando cartas e elas dizem: “nòs estamos matando o tempo.” Elas estão indo ao cinema d dizem: “O que fazer?”. Elas estão matando tempo, fofocando, lendo o mesmo jornal repetidas vezes, falando sobre as mesmas coisas que elas estiveram falando por toda a vida delas e dizem: “Nós não temos tempo.” Para coisas desnecessárias elas têm tempo suficiente. Porque? Com uma coisa desnecessária, a mente não está em perigo. No momento em que você pensa em meditação, a mente se torna alerta. Agora, você está se movendo em uma dimensão perigosa, porque a meditação significa a morte da mente. Se você se move em direção à meditação, mais cedo ou mais tarde a sua mente terá que se dissolver, se aposentar completamente. A mente fica alerta e começa a dizer muitas coisas para você: “ Cadê o tempo?” E mesmo que haja tempo, existem coisas mais importantes para serem feitas. Primeiro, adie isso até mais tarde. Você pode meditar a qualquer momento. Dinheiro é a mais importante. Junte dinheiro primeiro, então, medite em seu lazer. Como você pode meditar sem dinheiro? Assim preste atenção no dinheiro, então, medite depois." A meditação pode ser adiada facilmente, você sente isso, porque ela não está relacionada com a sua sobrevivência imediata. O pão não pode ser adiado – você morrerá. O dinheiro não pode ser adiado – ele é necessário para as suas necessidades básicas. A meditação pode ser adiada, você pode sobreviver sem ela. Na verdade, você pode sobreviver sem ela facilmente. No momento em que você for fundo na meditação, você não sobreviverá nesta terra, pelo menos – você irá desaparecer. Do ciclo desta vida, desta roda, você desaparecerá. A meditação é como a morte, então, a mente se torna temerosa. A meditação é como o amor, assim, a mente se torna temerosa. “Adie.”, diz ela; e você pode continuar adiando até o infinito. Sua mente está sempre dizendo coisas como essas. E não pense que eu estou falando sobre os outros. Eu estou falando especialmente sobre você."
"A meditação e o não-fazer. O não-fazer é meditação, mas, quando eu digo “não-fazer é meditação”, não estou dizendo que você precisa não fazer nada. Até para se atingir esse não-fazer, a pessoa tem de fazer muito. Mas esse fazer não é meditação. É somente um degrau, somente um trampolim. Todo “fazer” é apenas um trampolim, não meditação. Você está à porta, nos degraus... A porta é o não-fazer, mas para se chegar ao estado de mente do não-fazer, a pessoa tem de fazer muito. Mas a pessoa não deve confundir esse fazer com meditação." Só a meditação pode ajudá-lo totalmente, porque você não a está fazendo para que os outros notem, você a está fazendo diante do seu próprio ser. Você pode ficar absolutamente livre. Não precisa sentir medo do que os outros pensam."
Osho |
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